Turismo e lazer foram a espinha dorsal da economia cabo-verdiana nas duas décadas passadas. Este sector continua a ser um componente importante da economia cabo-verdiana e o IDE é muito bem-vindo em Resorts e Turismo de luxo; Turismo de Saúde (casas aposentadoria) Talassoterapia; turismo desportivo e ecoturismo.

Outra área prioritária são as Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) que é chamada a desempenhar um papel de liderança no desenvolvimento económico do país a médio e longo prazo. O Governo de Cabo Verde tem uma agenda de modernização global, regional e internacionalmente reconhecido de E-governação, revelando-se como modelo integrado.

Cabo Verde tem um dos melhores regimes de vento do Mundo (18m/s) e grande potencial para a energia solar, com uma proporção de 6-8 Kwh/m2/day. O Governo está actualmente favorecendo o desenvolvimento de um Cluster de energia renovável competitiva, promovendo para o efeito, o investimento em parques de energias renováveis nas principais ilhas.

Igualmente, o Cluster do Mar já foi identificado pelo Governo, e está a promover a ilha de São Vicente como um Centro Regional de transformação, comercialização e exportação dos recursos marinhos. Os investimentos são bem-vindos em capacidade de frio, reparação e manutenção, transbordo e instalações de abastecimento de combustíveis, através de parcerias público-privada importante para a construção e gestão do novo porto de águas profundas e de um Terminal de Cruzeiros na Ilha de São Vicente.

Em relação ao Cluster do Ar, o governo está também a cimentar uma parceria estratégica para o desenvolvimento de sinergias de tráfego e actividades economicamente rentáveis, bem como operações com os mercados Africano, Europeu, Sul e Norte Americanos, juntamente com grandes oportunidades na concessão nas operações e serviços nos quatro aeroportos internacionais. Existe um nicho de oportunidades dentro deste Cluster para manutenção de aeronaves, manuseio e serviços de navegação aérea.

Tendo o Governo criado condições na mobilização de água e gestão das bacias hidrográficas, no sector agrícola existem grandes perspectivas de oportunidades de negócio, nomeadamente na: i) melhoria do Agronegócio nas fileiras hortícolas (tomate, cenoura, pepino e cebola), tubérculos (mandioca e batata) e fruteiras (banana e papaia); ii) transferência de conhecimentos e tecnologias de produção e transformação.